sexta-feira, 16 de março de 2012

postheadericon Apistogramma borellii




  • Apistogramma borellii 
  • Nome Popular: Apistogramma Boreli
  • Família: Cichlidae
  • Distribuição:   Encontrado em diferentes locais pertencentes ao Pantanal como vários afluentes no sul do Brasil dos rios Paraguai e Paraná até á Argentina. Também são encontrados na região de Mato Grosso, no Brasil e na Bolívia, bem como em la Plata. 
  • pH: 6.0 – 7.0 temperatura: 24º – 28ºC
  • Tamanho adulto: 8 cm machos e 5 fêmeas cm. 
  • Sociabilidade: Pacífico e tímido, porém pode se tornar agressivo com outros Apistogrammas na época da reprodução. 
  • Manutenção: Fácil
  • Zona do aquário: Fundo
  • Aquário mínimo: Aconselhável para colocar em um aquário de 60 litros. Este peixe é geralmente um pouco tímido em primeiro lugar, portanto, são aconselháveis plantas abundantes e troncos; assim, sempre se sentem seguros de qualquer incidente no exterior do aquário. Também colocar algumas pedras ou cavernas, isso irá servir como uma zona e mais tarde como possíveis locais quando for realizado a implementação e esconder a descendência.
  • Alimentação: Este é um dos pontos fracos para manter este lindo peixe. Na natureza, seu poder é alimentar-se exclusivamente de alimento vivo, é difícil adaptá-lo para alimentos secos, (escala, grãos, liofilizada), quando se tratam de exemplares selvagens. Alimentos congelados tornam-se indispensáveis (larva vermelho, artemia), ocasionalmente adicionando alguns complexos vitamínicos e fornecem alimentos vivos quando possível (artemia salina).Em cativeiro os borellii não apresentam qualquer dificuldade para aceitar qualquer tipo de comida, de passagem ao vivo, congelada, escalas, grânulos, ração, patê, artêmia salina, branchonetas, tubifex etc
  • Características: O macho tem uma cabeça amarelada e um tom de cinzento com iridiscencias azul do resto do organismo. Apresenta uma linha ao longo do comprimento do corpo inteiro, recurso em muitos Apistogrammas, esta linha é mais evidente quando o peixe é sublinhado. Por seu turno a fêmea tem um amarelo ao longo de todo o corpo, tornando-se uma reprodução amarela intensa. 
  • Reprodução: Ovípara, ocorre com certa facilidade em cativeiro. É uma espécie polígama, portanto, recomendamos que você mantenha 1 machos e duas fêmeas a gosto, ou até mesmo três. Semelhante a outros cíclideos, até essa fêmea desovar, é a perseguição do macho a flitar a fêmea. Quando eles pararem e o macho fecunda-a junto com a fêmea em natação e pelo toque suave com a fila. A fêmea então com movimentos ondulantes atrai o macho em direcção à caverna onde mais tarde será a desova. Os ovos são suspensas no telhado da caverna, passando, em seguida, o macho para os fertilizar e ficar de guarda aos alevins. Quando terminar o tempo para eclosão, é a fêmea que guarda os ovos e expulsa qualquer peixe que se aproxima demais, mesmo o macho. O tempo de incubação é aproximadamente igual à maioria das raças cíclideos entre 48 e 72 horas. É possível que à medida que os ovos vão nascendo, a fêmea vai-os movendo para um local mais seguro. Mais tarde passados 5 ou 6 dias até os jovens consumirem totalmente o saco vitelino, a fêmea durante este tempo irá defender seriamente a desova e até mesmo deixar de comer com tanta veemência e fazê-lo, portanto por breves momentos ou segundos, retornando imediatamente para junto dos seus descendentes.



Ficha escrita por: Vera Santos
Fonte: Fórum Peixe Fauna

0 comentários:

Google Translator

Perfil

Seguidores

Total de visualizações

Contador de Visitas

Luciano Cavalcante. Tecnologia do Blogger.